sábado, agosto 05, 2006

Vincent Van Gogh

sexta-feira, agosto 04, 2006

De regresso

Fai tempo que nada sabemos da Ilha de prata. Hoje, eu, habitante único do faro que vela pola chegada de botelhas à praia; deixo aquí um resto de cristal para o reciclagem dos fondos marítimos. Quero pedirvos a todos, meus queridos povoadores da Aldeia Maldita, desculpas por nom vos ter informado sobre a situaçom dos nossos descobrementos, mas, os mesmos som excasos. Sem mais; agardo que a peregrinagem de espíritos vazíos nom esmoreça no areal que diviso, e, de seguro que... quando menos agardemos... aparecerá mais umha nova.

A esperança fica no nosso ser. Tede paciência.

segunda-feira, julho 17, 2006

Chuvia de ilha

Existe na terra onde vivo um fenómeno meteorógico que persoalmente me resulta cando menos "interesante". A este fenómeno cháma-se-lhe polo nome de "Chuvia de ilha". Prodúce-se o sucesso em dias de grandísimo calor e elevadas temperaturas onde apenas se vem fantasmas pola selva ou deitados nas praias.
De súpeto escomeça a chover de jeito inimaginavel umha chuvia acido-fría que arrinca a cortiza das árbores e fai mergulhar no fondo das augas aos peixes mais valentes. A "chuvia de ilha" dura apenas uns minutos, durante os quais é costume da nossa especie (espiritual) sair e brincar em corro a modo de celebraçom.


Envío estes aconteceres por se outras almas ceives existem além das augas. Sempre tivem confianças alheias e aínda hoje creo na vida além das nostálgias.

(mensagem atopada por Anxo (o casquelho), marinheiro de profissom, na rede emtrementres faenava)

domingo, julho 16, 2006

Sabendo da Ilha de prata


(1ª botelha - aparecida semienterrada à 1:43 do dia 16 de julho -atopada polo meninho Luís entrementres brincava com um balón junto aos seus amigos)

Polos motivos derivados do mal dizer das ondas marítimas, os velhos espectros estabelecem-se em soitario lugar para o nom entendemento dos peixes. Apenas um sitio de cimento doado em momentos tristes como as tardes de domingo. Bemvindos sejam aos contratempos das gaivotas em terra adentro. Umha página de metáfora.